Home

Empresa Cupim Cupim Biologia Fale Conosco Emergência
0300 100 9000
 
 
empresa de descupinização

Cupim - Cupins

Matar Cupim

Eliminar cupins?

Prevenção Cupim

Como Prevenir Cupim

Ligue Agora:

0300 100 9000

Descupinização

descupinização - descupinizadora

Prevenção Cupim - Como Prevenir Cupim


Prevenção ainda é o melhor método

Nos grandes centros urbanos como São Paulo, é crescente a preocupação com a proliferação de pragas urbanas, dentre elas o cupim, inseto que vem merecendo maior atenção por parte de diferentes segmentos da Engenharia. Na capital paulista, os bairros da Aclimação, Higienópolis, Jardim América, Jardim Europa, Jardim Paulista, Jardim Paulistano, Lapa, Moema, Pacaembu, Paraíso, Perdizes, Pinheiros e Vila Mariana têm a situação mais crítica, de acordo com levantamento feito pela Associação Paulista dos Controladores de Pragas Urbanas (Aprag). No passado, essas regiões eram arborizadas e, com o desmatamento, os cupins saíram em busca de alimento.

Conhecidos pelos danos materiais que podem causar, os cupins mais comuns são o subterrâneo (ou de concreto) e o de madeira. De acordo com o biólogo Francisco José Zorzenon, do Instituto Biológico de São Paulo, os primeiros abrem caminho na alvenaria até chegar ao material celulósico da estrutura. Podem ocorrer em tijolos de barro, blocos de concreto e entre vãos de andares de construções. “Isso inclui até os prédios mais altos, onde os reis e rainhas formarão seus ninhos depois da revoada. Já o cupim de madeira forma seu ninho no local em que se alimenta”. Os cupins subterrâneos, segundo Zornenon, podem catalisar ou acelerar o processo degenerativo de uma estrutura, ampliando, sobremaneira, as fissuras e realizando outras, podendo aumentar infiltrações existentes ou despercebidas.

Além do agravamento das fissuras e do consumo de madeira e derivados, levando a elevados prejuízos, os cupins subterrâneos podem, em determinadas condições, utilizar os eletrodutos ou conduítes para facilitar o trânsito por entre apartamentos ou casas. Isso pode levar a curto-circuitos decorrentes da construção de túneis de acesso. “Os túneis dos cupins são feitos de terra, fezes ou outros materiais disponíveis (gesso, cimento, etc.).

Estes caminhos, sempre escuros e úmidos, são verdadeiras estradas por onde circulam os insetos, ligando a fonte de alimento ao ninho principal ou secundário”, explica o pesquisador do Instituto Biológico.

Para a construção civil, o velho ditado do “é melhor prevenir do que remediar” vale como nunca no caso dos chamados cupins subterrâneos. O controle desse tipo de praga não é coisa para leigos. Trata-se de uma infestação disseminada que não pode prescindir dos trabalhos de profissionais como agrônomos e biólogos.

“A tecnologia empregada no desenvolvimento de metodologias eficazes e a alta capacitação técnica dos profissionais, num trabalho de equipes multidisciplinares, permitem soluções satisfatórias, sem que os resultados positivos estejam estreitamente associados ao uso de pesticidas”, afirma o engenheiro agrônomo Mauricio Tucci Marconi.

Na prevenção, inicialmente, é necessário realizar uma inspeção criteriosa da área onde a obra será edificada, definindo metas e estratégias de trabalho. O trabalho preventivo já começa na limpeza do terreno, visando a retirada de restos de raízes e troncos. Na fase final da construção, os engenheiros responsáveis devem se certificar que todas as peças de madeira, como fôrmas para concreto e estacas, por exemplo, foram retiradas junto com o entulho.

Jamais os restos da construção devem ser enterrados no local ou nos chamados “caixões perdidos”, que são espaços entre um andar e outro sem função específica, utilizados para diminuir custos com o descarte de entulhos. Restos contendo materiais celulósicos são pratos cheios para os vorazes cupins.

A fase seguinte da prevenção é o adequado tratamento do solo, buscando-se a criação de barreiras químicas ao redor dos pontos de fundações. “Hoje, o querosene, muito utilizado no passado, foi substituído por outros produtos, como a calda cupinicida, um agente químico biodegradável. Mas isso não elimina a atenção redobrada que a equipe de profissionais deve ter em relação ao lençol freático”, afirma o técnico agrícola Francisco Portela.

A infestação poderá ser evitada ou controlada pelo método químico tradicional, com a aplicação de inseticidas domissanitários registrados, envolvendo barreira química perimetral (vertical),barreira química horizontal, imunização de madeiramentos (preferencialmente anterior ao acabamento com tintas ou vernizes) em contato direto com a alvenaria (batentes, guarnições, rodapés, madeiramentos do telhado, forro, armários embutidos, etc.) e insuflação de pó inseticida em conduítes e eletrodutos.

“Nas infestações por cupins de madeira seca, onde a presença de pó granulado é evidente na peça atacada, a infiltração ou a injeção de produtos pré-formulados ou de uso profissional são normalmente satisfatórias”, explica Zorzenon.

No caso de controle da praga, o pesquisador do Instituto Biológico lembra que outro método mais recente e tecnicamente superior ao químico, além de ser ecologicamente correto, é o Sentricon. Este sistema, que envolve treinamento apurado das empresas credenciadas pela Dow AgroSciences (empresa desenvolvedora do Sistema Sentricon), é um método a base de iscas.

“Elas são dispostas (interior e exterior) junto ao imóvel infestado, onde serão levadas pelos cupins exterminando a colônia onde quer que ela se encontre. É ideal no caso de edifícios, onde existem caixões perdidos, em hospitais, escolas ou locais onde o risco ambiental ou à saúde são evidentes”, afirma Francisco Zornenon.

Qualquer um dos métodos escolhidos envolve técnica, conhecimento sobre a biologia e hábitos da espécie de cupim infestante ou que se queira prevenir, devendo impreterivelmente ser realizado por empresa especializada e supervisionado por técnico de nível superior treinado. (EF)

Fonte: Revista CREA.SP(18) - (www.creasp.org.br)
Jornalista: Eduardo Fiora


 
 
Cupim, Cupins, Cupim de solo, Cupim de Madeira, Como acabar com cupim, Descupinização, Matar cupim